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Texto de 2010


Não há como negar. O rádio sofreu um grande abalo com o aparecimento da televisão, principalmente pelo abandono do mercado publicitário. Depois da TV o rádio teve que se reinventar. Procurou outros caminhos para faturar e nem sempre teve méritos.

Contrariando os pessimistas que acreditaram em sua morte, o rádio vem fazendo seu dever de casa. Vem segurando firme os números de audiência, sendo o companheiro do motorista, da dona de casa, do porteiro. O rádio é a trilha sonora do dia a dia.

Enquanto a TV monta seu "circo" para transmitir uma passeata, o rádio já transmitiu pelo celular. A maior virtude do meio são a rapidez, a versatilidade e a criatividade. A TV não trabalha com a imaginação. Está tudo pronto na TV. No rádio o mocinho e o bandido têm as caras que você quiser. Estamos vivendo neste início de século um momento importante para o rádio. A informática, a digitalização das transmissões, a internet, novas possibilidades nas redes sociais, enfim, essa é a tal convergência das mídias. Podemos dizer, sem medo, que o rádio vai recuperar o espaço no bolo publicitário. A internet deu uma cara ao rádio, colocou câmeras nos estúdios, criou uma mão dupla com o ouvinte. A interatividade é fundamental para completar a instantaneidade do veículo.


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