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Não insiste que não vou



Estamos "no ar" com a Escola de Rádio formando profissionais de comunicação desde 1994. De lá pra cá muita coisa mudou. O rádio se modificou, o aluno se modificou e nós nos modificamos.

Temos o que muitas empresas não tem. Perspectiva. Muito disso se deve ao trabalho com comunicação que se adapta há séculos às tecnologias e afins.

Cursos começando e alunos interessados em nossa escola. Temos futuro e precisamos trabalhar muito porque o aluno é disperso, acha que já sabe tudo e definitivamente não gosta de escrever. Hoje não tem como ser um profissional de comunicação sem saber a arte de fazer um bom texto. Ao menos um texto que diga alguma coisa a alguém.

Ouvi uma frase de uma senhora no metrô: " isso é uma escravidão dos tempos modernos".

Tentei ouvir o resto da frase mas não deu. O alto falante indicando a próxima estação não deixou. Mas fiquei com isso na cabeça.

Depois volto a esse ponto.

Outro fator a ser destacado é que na ER não ensinamos apenas rádio, mas a nova comunicação. Temos fotografia, marketing, maquiagem, uso de câmeras, telejornalismo, edição, operação de áudio e blá blá. Tudo isso em um único curso. Formamos comunicadores e não mais locutores que liam os textos.

Esses profissionais de hoje estão tendo várias atividades ao mesmo tempo. Editam, fotografam, fazem hambúrguer, fazem marketing... estão mudando o mundo. Não se interessam apenas por uma coisa. São completos. Multi facetados.

Como uma escola de comunicação não vai ensinar isso? Temos a obrigação de ter um ensino moderno. Isso não é opcional. É obrigatório.

Quanto ao que disse a senhora no metrô: " isso é uma escravidão dos tempos modernos". Ela se referia a mim escrevendo no telefone este texto.

Quanto ao título do post não tenho a mínima ideia. Apenas ouvi outra pessoa no mesmo vagão falar.


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