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Nossa aula invertida



A gestão do professor na sala de aula invertida A sala de aula é, por tradição e excelência, o espaço maior do aprendizado. No entanto, com o grande desenvolvimento humano e tecnológico alcançado nos últimos anos, o conceito de sala de aula não se aplica mais somente a um espaço fechado, dentro de uma escola, no qual dezenas de alunos assistem presencialmente a um professor dissertar sobre diversos assuntos, enquanto copiam nos cadernos as informações que ele escreve no quadro negro. Em meio a recursos cada vez mais populares como smartphones, tablets e notebooks, todos eles conectados a internet de alta velocidade, o conhecimento e o processo educativo encontraram novas maneiras de transformar praticamente qualquer ambiente em uma sala de aula, desde que em tal ambiente haja um aluno em contato com um método de aprendizado. É a proposta da forma de ensino da sala de aula invertida. Na citada metodologia de aprendizado, recursos de áudio e vídeo, jogos e outras ferramentas interativas e online são utilizadas pelo professor para que o aluno, diretamente da própria casa, possa aprender e aproveitar o tempo em que assiste ao vivo ao professor da melhor forma possível. De acordo com um dos pioneiros na prática, John Bergmann, em um artigo sobre a sala de aula invertida, a nova metodologia torna aceitável até a conversa: se durante as aulas tradicionais conversar significava não prestar atenção, na sala de aula invertida a conversa demonstra o envolvimento do aluno com o próprio aprendizado. Se faz barulho e se manifesta, o aluno está envolvido. O site Desafios da Educação lista três dos principais desafios da proposta de ensino da sala de aula invertida à gestão do professor. Confira nossa compilação! A quem dedicar mais tempo durante as aulas? Na metodologia da sala de aula invertida, o professor precisa se dedicar para interagir e orientar os alunos, sendo extremamente importante planejar com quem será gasto o tempo em sala de aula. Com isso, o educador precisa encontrar um meio termo entre dedicar tempo a ajudar os alunos com dificuldades e dedicar tempo a estimular e desafiar os estudantes mais avançados. Dessa forma, todos os perfis de alunos podem receber o que precisam do professor. Acompanhar os alunos na execução das tarefas é o mais importante Nem todos os alunos sabem lidar com a liberdade conquistada com a sala de aula invertida e acabam não sendo produtivos. Por isso, o professor precisa acompanhar o estudante de perto, focando em perceber onde ele está no conteúdo. Quando o professor perceber que o aluno está ficando para trás, é preciso conversar com os pais, indicar o contato com os colegas mais produtivos e também fazer com que os menos produtivos sejam os primeiros a receberem atenção durante as aulas ao vivo. Liberdade para alguns alunos, controle para outros Enquanto alguns alunos vão tirar proveito da liberdade da sala de aula invertida para se aprofundarem no conhecimento, outros vão ter dificuldades e lutar para se adaptar. Com isso, o professor precisa mapear os que não conseguem se adaptar e oferecer a eles mais estrutura, mais regras e rotinas, mas sem fazer com que os que já aproveitam bem o tempo percam a autonomia. Equilíbrio é a palavra-chave


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