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Midiaeducação

Atualizado: 4 de Ago de 2019

A palavra é relativamente nova. Nem o corretor ortográfico deu bola pra ela. Educadores que não dão conta do presente não se sairão bem no futuro. A escola que anda à margem das novas mídias perde seguidores e impossibilita o aparecimento de talentos, e o pior - para onde vão os alunos que não estão nas escolas?

A escola (sala de aula) precisa se reinventar, atrair seguidores e inscritos. Aprender uma nova linguagem em busca do tempo perdido.

Há tempos experimentamos a forma nova de se tratar de conteúdo. Antes eram poucas emissoras transmitindo para muitos e hoje somos muitos transmitindo para muitos. A emissora está no smartphone e todos tem celular. A transmissão de conteúdo está no Youtube e todos temos uma conta no Google.

Estamos vivendo momentos exponenciais e certamente as escolas precisam se livrar deste peso e entrave: Penso que quando alunos sabem mais que professores a indiferença é inevitável. Alunos estão em outro patamar de comunicação e mídia enquanto professores estacionaram em velhas regras de mal humor.

Educação e mídia estão juntas hoje e alunos / professores sabem disso. Mas, como corrigir este abismo tecnológico e minimizar a falta de empatia dos professores x tecnologia?

Precisamos colocar o game dentro de sala de aula, permitir a discussão de séries do NetFlix, ser próximos das angústias de alunos que também sentem as mudanças, enfim.. o velho e bom "enfim"... como ligar os pontos?

Vamos deixar de nos preocupar se o aluno está comendo em sala de aula. Isso é o de menos!

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