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@ruyjobim since 1964

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Somos guerreiros


O mercado para o comunicador digital (redes sociais) atravessa um período de transição entre mídias consagradas – como rádio, televisão, mídia impressa – para novas mídias, como a TV digital, internet e Inteligência Artificial. Assim, além da oferta de oportunidades já definidas pelas mídias tradicionais, muitas outras profissões ligadas à comunicação digital estão surgindo, ampliando o leque de opções de atuação. Como nos preparar para isso?


A faixa salarial de um comunicador social é bastante variada, dependendo da área específica a ser seguida. Diretores de arte (designer) em agências de publicidade podem ter ganhos de 3 a 10 mil reais. Jornalistas para mídia impressa ou eletrônica podem ter ganhos de 2 a 8 mil reais. Depende, claro, do tamanho da agência.


Em outras áreas como o radialismo, esse ganho pode ser maior ou menor, dependendo do regime de hora-serviço contratada. Assessores de imprensa ou relações-públicas podem ter ganhos baseados não em salário, mas em contrato de prestação de serviço periódico, com uma média entre 1,5 a 10 mil reais mensais, dependendo do porte da empresa contratante e das horas de serviço.


Com as novas regras da relação patrão - empregado - pessoa física - jurídica, as mudanças são grandes e caminhamos para um desamparo ao trabalhador. Emissoras de rádio contratam profissionais "pessoa jurídica" e ainda dão a possibilidade de ganhos extras vendendo spots comerciais na praça (convencendo o dono da padaria a trocar o instagram e facebook pelo spot de 30 segundos que se dilui no ar). O comunicador, digital ou não, hoje é um guerreiro.

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